Murilo Oliveira
Brasil, 22 de outubro de 2023.
Eu descobri recentemente que existem duas datas equidistantes do meu aniversário no ano, deixa eu ver se eu lembro… uma seria 10 de março, 69º dia do ano no calendário gregoriano, faltam 296 dias para o fim do ano… no meio do ano meu aniversário, 15 de julho, 196º dia do ano no calendário gregoriano, faltam 169 dias para o fim do ano… e o dia de amanhã, enfim, 23 de outubro, 296º dia do ano no calendário gregoriano, faltam 69 dias para o final do ano.
O 15 de julho seria central, porque 69 é uma simbologia do signo de câncer. Conheço pouquíssimas pessoas dessas datas, e em geral meus dias comemorativos são os Equinócios e os Solstícios.
Lembro que quando encontrei uma pessoa de um desses dois dias equidistantes falei, uma boa ideia pode ser casar no Solstício. Não sabia porque no Solstício, mas abri uma contagem regressiva até essa data, dentro de certas místicas de calendário gregoriano, como por exemplo o primeiro dia conhecido do calendário, que seria o Sol Invictu. Que me exauriu a paciência, e quão surpreso fiquei que no meio de tudo isso o Tio aqui seja tão atento a notícias, que quando a data estipulada por mim chega a termo, todos os jornais dão notícia que o Grupo Wagner começa a correr para trás e abandonar o front.
Não tenho a mais vaga ideia de astrologia na verdade, e nem sei porque as vezes eu adoto um parâmetro de coisas e não outro. Mas me gosto quando eu perco a paciência.
Eu dou conta em geral que o Solstício de Verão no Hemisfério Norte, quando ocorreu recentemente a correria do Grupo Wagner, seria o dia da natureza correto de São João Batista. Como o Equinócio de Setembro para o Michaelmas. O que quer dizer?
São João, se torna Batista em virtude do Batismo de Jesus, onde é relatado que quando ele submerge seu primo Jesus nas águas do Rio Jordão, ele vê uma intensa luz em cima. Ou seja, luz intensa em cima, trevas em baixo.
Ao que dizia outro dia para Guga Chacra por ocasião dos fatos ocorridos com a população Armênia recentemente, o Patriarca Armênio Kupfer, que dizia ser de Cascavel, me levou a presenciar pela internet uma das mais belas celebrações Cristãs que tenho notícia até hoje, daquela tradição. Onde ele dizia: “São João Batista não era a luz, mas era para dar testemunho da luz”.
@CoexistenceLaw
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