Atos Antidemocraticos

Atos Antidemocraticos

Murilo Jambeiro de Oliveira

Brasil, 10 de junho de 2025.

Me estranha muito a pergunta do Ministério Público de São Paulo, se eu sou capaz de votar, pois fui sequestrado 30 dias antes da última eleição e solto só após a votação.

Na prática no país se tornou comum desde o PSDB da TV Cultura, quando passei o 15 de novembro de 2005, Feriado da República no no Brasil, dopado por propor uma discussão sobre a Memória de Vladimir Herzog a qual eu era responsável de organizar e compor, mesma ocasião do Referendo do Desarmamento no Brasil, sobre para onde caminhávamos com a ambas as coisas. Como por exemplo aquela discussão política infrutífera numa emissora de TV Estatal e a opção da maioria da população pela liberalização do porte de arma em todo país, único dado mais comprometedor de constatei em meio a lideranças de movimentos de moradia na capital patrocinado por partidos de esquerda, mas suficientemente preocupante para acreditar que nem no lixo de poderia jogar coisas como munições que papai tanto prezava pela vida, e mais que isso, havia um esforço débil e preguiçoso da imprensa em fazer convencer a população, já em 2005, de propor o banimento do porte de armas no país. Leva lideranças do PSDB que atuavam do lado do Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano do estado de São Paulo insatisfeitas com minha postura de me alinhar com lideranças do PT de Movimentos por Moradia, propor a familiares meus, que eu passasse umas férias no Feriada da República daquele 2005 sequestrado no que se chama em todo o mundo de “Black Hole”.

E não tenha dúvida, os manicômios públicos são piores, e eu passaria ainda dias neles ao longo dos anos, de forma geral simplesmente por tentar deixar a casa dos meus pais, ou por exemplo em certa ocasião por ter passado em concurso para Assistente de Promotoria, na Rua Pamplona, em São Paulo Capital. E mais ou menos como agem meus familiares no sentido de evitar que eu tenha qualquer hipótese de vida autônoma e me sustente longe deles, deixando de ser o tranquilo e preocupado cuidador de idosos, como estimam ter sido minha Tia Lia Jambeiro de Oliveira, professora de geografia, que após flertar talvez com meninas, delicada que era, e participar das manifestações da Rua Maria Antônia do lado do Sedes Sapienza da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na Rua Marques de Paranaguá na época, foi condenada a interdição prática por seus país, meus avós paternos. Aquela que quis deixar sua herança para mim, que não satisfeito de mamãe lhe levar sempre uma marmita, eu ia para ela no melhor supermercado da cidade com meu dinheiro, e a fazia estocar tâmaras, geleias, frutas, e chás, todo tipo de guloseima de sua preferencia mais intima. Quis ela deixar aquilo que poderia ser meu escritório para advogar no centro de Guaratinguetá. Ocasião em que fui sequestrado novamente para um “Black Hole” como se chamam comunidades terapêuticas agindo de forma política e ao arrepio da lei, até assinar a venda do imóvel em favor de minha mãe e mais dois irmãos meus.

Que seguem agindo assim, em relação ao meu “Bem de Família”, meu único teto, culminando com o ultimo sequestro 30 dias antes da ultima eleição municipal e solto apenas após a votação, sob proteção de interesses políticos dessa vez talvez de partidos de esquerda que atingiram certa hegemonia em diversas frentes, que eu não tinha nenhuma intenção de defender ou atrapalhar, já tendo dito que se compara simplesmente a agentes do Estado em pleno desabrigo da lei de forma habitual. Como parece quase todos, como todas as comunidades terapêuticas ou manicômios públicos que devem ser definidos como “Black Hole” quando tratam pessoas que simplesmente tem opiniões politicas dissonantes, e não praticam ilegalidade de nenhuma espécie, seja no consumo de substâncias ilegais, nenhuma, apenas tabaco, seja em termos de saúde mental, se cuidando pela assistência gratuita e voluntária pelos melhores médicos do país, de forma a não haver desde de tal demissão da TV Estatal nenhum ato que justifique com fatos que não a Liberdade de Expressão resguardada pela Constituição Brasileira de 1988, que fundamente tais internações. Muito especialmente quando se tomam de medo de uma imprensa que se não acusatória, é critica de tais práticas, e tal crença desagradável na luta armada, a despeito de no país estarmos como os mesmos, até mesmo advogados e respeitados operadores do direito, sujeitos a facções criminosas de forma ampla no país.

EN – Google Translator

I find it very strange that the São Paulo Public Prosecutor’s Office asked me if I am able to vote, since I was kidnapped 30 days before the last election and only released after the vote.

In practice, this has become common in the country since the PSDB of TV Cultura, when I spent November 15, 2005, a National Holiday in Brazil, drugged to propose a discussion on the Memory of Vladimir Herzog, which I was responsible for organizing and composing, at the same time as the Disarmament Referendum in Brazil, about where we were heading with both things. For example, that fruitless political discussion on a state TV channel and the majority of the population’s decision to liberalize gun carrying throughout the country, the only compromising fact I found among leaders of housing movements in the capital sponsored by left-wing parties, but worrying enough to make me believe that I couldn’t even throw things like ammunition that my father valued so much in the trash. And more than that, there was a weak and lazy effort by the press to convince the population, back in 2005, to propose banning gun carrying in the country. It led PSDB leaders who worked alongside the Urban Housing Development Company of the state of São Paulo, dissatisfied with my stance of aligning myself with PT leaders of Housing Movements, to propose to my family members that I spend a vacation during the Republic Day holiday of that 2005 kidnapped in what is known throughout the world as the “Black Hole”.

And there’s no doubt that public mental hospitals are worse, and I would spend days in them over the years, usually simply for trying to leave my parents’ house, or for example, on one occasion, for having passed the exam to become a Prosecutor’s Assistant on Pamplona Street in São Paulo. And it’s more or less like how my family acts to prevent me from having any chance of living independently and supporting myself away from them, ceasing to be the calm and concerned caregiver for the elderly, as they estimate my Aunt Lia Jambeiro de Oliveira, a geography teacher, was, after flirting with girls, perhaps, delicate as she was, and participating in the demonstrations on Maria Antônia Street next to the Sapienza headquarters of the Pontifical Catholic University of São Paulo, on Marques de Paranaguá Street at the time, was sentenced to practical interdiction by her parents, my paternal grandparents. The one who wanted to leave her inheritance to me, who, not content with Mom always bringing her a packed lunch, I would go to the best supermarket in town with my money and make her stock up on dates, jams, fruits, and teas, all kinds of delicacies that she most liked. She wanted to leave what could have been my office to practice law in downtown Guaratinguetá. At that time I was kidnapped again to a “Black Hole”, as therapeutic communities are called, acting politically and against the law, until I signed the sale of the property in favor of my mother and two of my brothers.

They continue to act like this, in relation to my “Family Asset”, my only roof, culminating in the latest kidnapping 30 days before the last municipal election and only released after the vote, under the protection of political interests this time perhaps of left-wing parties that have achieved a certain hegemony on several fronts, which I had no intention of defending or hindering, having already said that it is simply comparable to state agents in a habitual disregard of the law. As it seems almost all, like all therapeutic communities or public asylums that should be defined as “Black Hole” when they treat people who simply have dissonant political opinions, and do not practice any kind of illegality, whether in the consumption of illegal substances, none, only tobacco, or in terms of mental health, taking care of themselves with free and voluntary assistance from the best doctors in the country, so that since such dismissal from State TV there is no act that justifies with facts other than the freedom of expression protected by the Brazilian Constitution of 1988, which justifies such internments. Especially when they are afraid of a press that, if not accusatory, is critical of such practices, and such an unpleasant belief in armed struggle, despite the fact that in the country we are like the same, even lawyers and respected legal professionals, subject to criminal factions on a broad scale in the country.

@CoexistenceLaw

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Murilo

Murilo Oliveira is a Brazilian lawyer, the themes proposed here are of variety, without political or religious purposes, as for all those who hold the angelic culture in great esteem. Visit: https://www.flickr.com/photos/198793615@N08

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