Murilo Jambeiro de Oliveira
Brasil, 16 de novembro de 2024.

Na realidade eu não entendo quando eu acho absolutamente indispensável que “Filhos Abraão” bem como Elon, para rimar, se entenda, e isso só se agrava. Eu já tenho medo de uma espécie de seguidor, os meus me são ocultos. Eu acho que me atendem como hienas ou piromaniacos, mas não ajudam em nada, de repente, eu vejo no jornal de um dia como hoje, no que estou insistindo pela paz entre Elon e o Brasil, me fizeram 30 dias de uma piada que deviamos espantar os Muskitos, e não é isso em absoluto. É o Tio Sam ter como alternativa a guerra apenas, e o Tio Sam ter por exemplo um placar pro basquete das cryptomoedas.
As vezes é compreender que “pós-fato”, vamos dizer assim, eu acredito que os brasileiros devem fazer as pazes com os militares, no “pós-fato”, eu acredito que os brasileiros devem fazer as pazes com o Elon. E continuamente, o STF parece que se mantém foragido, Lula também hoje com tantos insultos, a compreensão não é instantânea nunca, e é sempre “pré-factual” como se antes as coisas me fossem lógicas, como depois meu pragmatismo me obriga.
Eu acredito profundamente, que para além de quem detém a solução, o eleitorado bem como todo o caminho até algum lugar é doloroso, familiarmente. Acredito que a vice-presidente perdeu de uma concepção de coisas, conservadora, além do que se pensa como solução para as coisas. E acredito que Elon Musk foi alguém que pouco se importou com infâmia pelo custo que lhe houve familiarmente. Descartar tudo isso, e acreditar que ninguém deve tentar a civilidade, e novas soluções, é um erro e uma dor de todos nós.
@CoexistenceLaw
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