21/06/2024 09:47:00 | PRISCILLA PERES , CLAYTON NEVES/MIDIAMAX
Devido aos incêndios que atingem a região pantaneira, a escuridão que chegava com o pôr do sol deu lugar ao clarão do fogo que queima a vegetação e pode ser visto de longe. Na Avenida Rio Branco, a última antes que se chegue à margem do Rio Paraguai, os ‘clarões’ provocados pelas chamas avançam em direção ao rio e mudam a paisagem da via.
Para quem vive na região, além do fogo e da fumaça, a preocupação é com o surgimento cada vez mais comum de animais silvestres. Encurralados, cutias, jacarés e até onças-pintadas, atravessam a margem em direção à área urbana, aumentando a incidência de resgates na região.
Seja no Cristo Rei, no Porto Geral ou em algum ponto alto da cidade, a noite corumbaense é sinalizada pelos reflexos em tons vermelho e laranja.
@CoexistenceLaw
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