Murilo Oliveira
Brasil, 15 de agosto de 2024.
Politica Internacional
Apocalipse, 6
1.
Depois, vi o Cordeiro abrir o primeiro selo e ouvi um dos quatro Animais clamar com voz de trovão: “Vem!”.*
2.
Vi aparecer então um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa e ele partiu como vencedor para tornar a vencer.
3.
Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo Animal clamar: “Vem!”.
4.
Partiu então outro cavalo, vermelho. A quem o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.*
5.
Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro Animal clamar: “Vem!”. E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balança na mão.*
6.
Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: “Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!”.
7.
Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto Animal, que clamava: “Vem!”.
8.
E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras.*
9.
Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários.
10.
E clamavam em alta voz, dizendo: “Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?”.
11.
Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para serem mortos.
12.
Depois vi o Cordeiro abrir o sexto selo; e sobreveio então um grande terremoto. O sol se escureceu como um tecido de crina, a lua tornou-se toda vermelha como sangue*
13.
e as estrelas do céu caíram na terra, como frutos verdes que caem da figueira agitada por forte ventania.
14.
O céu desapareceu como um pedaço de papiro que se enrola e todos os montes e ilhas foram tirados dos seus lugares.
15.
Então os reis da terra, os grandes, os chefes, os ricos, os poderosos, todos, tanto escravos como livres, esconderam-se nas cavernas e grutas das montanhas.
16.
E diziam às montanhas e aos rochedos: “Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro,
17.
porque chegou o Grande Dia da sua ira, e quem poderá subsistir?”.
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Noticiário Nacional Brasileiro
Apocalipse, 16:17-21
17.
O sétimo derramou a sua taça pelos ares e saiu do templo uma grande voz do trono, que dizia: “Está pronto!”.
18.
Houve, então, relâmpagos, vozes e trovões, assim como um terremoto tão grande como jamais houve desde que há homens na terra.
19.
A grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram, e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar de beber o cálice do vinho de sua ira ardente.
20.
Todas as ilhas fugiram, e montanha alguma foi encontrada.
21.
Grandes pedras de gelo, que podiam pesar um talento, caíram do céu sobre os homens. Os homens amaldiçoaram a Deus por causa do flagelo da saraiva, pois este foi terrível.*
(Neste Versículo 21 de Apocalipse 16, da Bíblia de Jerusalém da Editora Paulus, outra edição que gosto bastante, pois foi traduzida diretamente dos textos originais para francês e do francês para português, e é bastante farta em explicações de suas opções editoriais, a tradução In-Verbis é: “do céu caiu sobre os homens um granizo pesado, como chuva de talentos.* E os homens brasfemaram contra Deus por causa da praga do granizo, pois seu flagelo é muito grande.*”)
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@CoexistenceLaw
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