Murilo Oliveira
Brasil, 12 de março de 2024.
Dita a contradição do atual Governo Federal e Pré-candidato a Prefeitura de São Paulo em relação a suas bases como a Via Campesina, eu que como Sociólogo e Advogado já trabalhei desde os bancos escolares com o PT e o PSDB. Devo essa hora, quando alegadamente enquanto alguém detentor desse trânsito político, e desse nível de transigência política ao longo da vida, quando procuro questionar o alinhamento de tais com China, dizer sou tido refém dos mesmos.
Claramente, o que a essa altura da vida, retirado da militância política em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, onde o acordo com ambos os entes federativos a essa altura dos fatos é difícil, devo rememorar meus primeiros estudos jurídicos. Quando conheci e convivi de perto com a Família Feffer.
Ontem, no intervalo do Jornal Nacional, vi o que já sabia, uma belíssima campanha publicitária contando a história do Grupo Suzano. Essa história que eu já conhecia, e podia notar no mais fino trato daquela que era minha colega de classe na Faculdade de Direito, teve inúmeras vezes esse Grupo Suzano, que nessa belíssima campanha publicitária conta sua história, feito refém da Via Campesina, em ações desastradas.
Isso que é importante pontuar também a esse altura dos fatos, inúmeras ações desastradas dessa mesma Via Campesina, que hoje protesta na França, e se torna uma base em desabrigo desses Governo Federal do Brasil, no que eu critico seu alinhamento com a política do Partido Comunista Chinês. Que hoje tem imensa penetração em redes sociais chinesas ou não, meios de comunicação, e facções criminosas, no Brasil.
@CoexistenceLaw
Share this content: