Murilo Oliveira
Brasil, 13 de dezembro de 2023.
Eu raramente leio sobre astrologia, até gosto mas não tenho o hábito de leitura sobre o assunto, antes muito tempo atrás costumava ler um pouco sobre mitologia grega. Mas esses dias fazia uma leitura rápida sobre o período compreendido entre a lua nova de ontem no inicio da noite e aquela daqui a 28 dias do inicio de janeiro, que aparenta ser um dos períodos astrológicos difíceis.
Francamente esse está sendo o Natal mais triste de minha vida, por razões pessoais que não vem ao caso. Mas imagino que seja um dos mais triste dos últimos muitos anos talvez pela situação que se encontra a Terra Santa, por uma configuração do mundo pós pandemia bastante conflagrada na Europa, na Terra Santa, e possivelmente até na América Latina.
Alguns de nós foram acostumado a ter Natais, diferente de muitos outros. A entrar no clima de festas de fim de ano já a essa altura de meados de dezembro, e talvez só acordar lá pelo inicio de janeiro. Em que pese muitos outros trabalhem muito nessa época do ano. E ainda assim, sabendo de tudo isso, e sem sombra de dúvida com essas preocupações todas, posso afirmar que por tudo isso vem sendo o meu Natal mais triste.
Entrar aqui no mérito de questões pessoais não é propriamente do meu jeito de ser, senão quando olhamos para o mundo e vemos também que por exemplo um lugar que carrega toda a simbologia da data, como a Terra Santa, parece completamente arrasada e sem perspectiva otimista até aqui. Talvez pior ainda para nós brasileiros notar que há um desentendimento latente aqui muito próximo de nós no norte do país, coisa que por exemplo nesse Dia do Marinheiro, eu dispensado dos serviços militares ainda nos meus 18 anos, continuo a acreditar que não podemos, embora nos parecesse até ideal, esquecer de nossas Forças Armadas.
Isso tudo, e não só minhas questões pessoais, desenham certamente um dos Natais mais tristes que tenho notícia.
@CoexistenceLaw
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