Murilo Oliveira
Brasil, 30 de outubro de 2021.
O processo inflacionário de forma geral é um fenômeno mundial, houve disrupção de oferta com a pandemia, mas existem outras questões no Brasil como por exemplo o fato de dinheiro injetado por programas de repasse de renda geram pequenas oscilações, bem como muito especialmente a questão cambial afeta o preço do petróleo, e a subida dos juros básicos não responde a questão cambial porque a forte crise de credibilidade não atrai mais dólares para o país, e essa crise deve ser considerada da ótica de um governo que trabalhou uma disrupção logistica como hipótese claramente tramada e anunciada em falso no ultimo 7 de setembro quando se referiu a uma convocação do Conselho de Estado para o dia seguinte. Ato continuo pretendia parar o país com uma greve de caminhoneiros, até por fim do caos intervir militarmente dando causa a esdrúxula reunião aventada no dia anterior.
O que quero dizer é, há países no mundo que estão em uma grande enrascada sem caminhoneiros, e há países que estão em uma grande enrascada com lideres que exigem que eles tirem folga. Onde a despeito de tudo, o fato concreto é que petróleo no final das contas deve ser caro, como algo finito e poluente. Mas pode-se internamente não destruir o país enquanto ainda sustentamos um dos pilares da economia estabilizada no Brasil que é o cambio flutuante. Que é na realidade dos fatos, cambio esse que afeta até o preços dos alugueis e não deveria.
E mais que isso, inflação sempre teve no Brasil um componente de psicologia social, chamada de cultura inflacionária. Isso tudo somado, estamos metendo os pés pelas mãos. Metendo o pé no balde porque no nosso Presidente da República não dá uma mão. Muito menos aquele dito seu posto de gasolina de onde ouvimos despropérios em Washington.
@CoexistenceLaw
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