{"id":1794,"date":"2025-05-02T20:52:38","date_gmt":"2025-05-02T23:52:38","guid":{"rendered":"https:\/\/coexistencelaw.org\/?p=1794"},"modified":"2026-01-17T14:50:19","modified_gmt":"2026-01-17T17:50:19","slug":"profuso-em-criatividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/coexistencelaw.org\/?p=1794","title":{"rendered":"Profuso em Criatividade"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Murilo Jambeiro de Oliveira<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Brasil, 2 de maio de 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Eu trato muito do que ensaio em escrever mais longamente como fic\u00e7\u00e3o, ainda que tenha como pano de fundo leituras t\u00e3o antigas como a b\u00edblia, ou mesmo lembran\u00e7as de minha cria\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica Romana. Mas falando em conclaves, eles est\u00e3o em geral em meio ao dado de minha cren\u00e7a, bem como de minhas fic\u00e7\u00f5es. Por isso at\u00e9 me at\u00e9m em ler e observar. Em meio ensaios ficcionais que fa\u00e7o, e os que pretendo um dia publicar longamente, como algu\u00e9m muito mais das letras do que de qualquer outro gosto na vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas dai at\u00e9 falaria brevemente das minhas fic\u00e7\u00f5es que gosto, que como digo, passam muito por livros e musicas talvez j\u00e1 bastante antigos que gosto. Por exemplo, eu nasci num 15 julho de 1981 no final da tarde, um dia antes do previsto, um dia importante para Jerusal\u00e9m e para o Santo Sepulcro. Fui batizado em Cristo Rei, na Igreja Cat\u00f3lica Romana, num 11 de outubro de 1981, mesmo dia do batizado do compositor Giuseppe Verdi. Para ver meu primeiro conclave do que a Profecia dos Papas de S\u00e3o Malaquias, primeiro Santo irland\u00eas, chamaria de Gloria Olivae. Eu acho particularmente interessante por pouco antes de eu nascer, uma banda irlandesa chamada U2, faz uma concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um garoto, o chamado \u00e1lbum &#8220;Boy&#8221; de outubro 1980. E em outubro de 1981 quando sou batizado lan\u00e7a a faixa &#8220;Gl\u00f3ria&#8221; no \u00e1lbum &#8220;October&#8221; que vem a ser talvez a primeira faixa que adquiri na primeira oportunidade de comprar um Compact Disc por minha pr\u00f3pria conta. Esse tipo de arte, ou rela\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, s\u00e3o relevantes em geral para minhas fic\u00e7\u00f5es, por raz\u00f5es as mais diversas, como por exemplo s\u00f3 eu ter nascido e sido batizado em S\u00e3o Paulo Capital, ali no Jardim Aeroporto, pr\u00f3ximo a obra social de Ordem de Malta, como com muito mais idade passo conhecer melhor o bairro, aquela pequena par\u00f3quia. No mesmo dia do meu batismo mudamos para uma casa melhor no mesmo bairro segundo contam meus pais, no conclave que elegeu Bento XVI meus pais ainda moravam ali, e eu vou almo\u00e7ar com a minha m\u00e3e, n\u00e3o mor\u00e1vamos juntos, mas retorno a bairro, ao lado de Cristo Rei para ver aquele Conclave, o primeiro que vi na vida.<\/p>\n\n\n\n<p>No todo da obra, a do U2 fala da dif\u00edcil amizade entre Cat\u00f3licos e Protestantes na Irlanda, talvez em seu auge nos anos 80, dessa concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica do &#8220;Boy&#8221; que \u00e9 bastante perene na obra dos quatro irlandeses. Mas com o passar do tempo outras quest\u00f5es v\u00e3o nos surgir como por exemplo fruto do habito de ler um pouco a b\u00edblia. \u00c9 interessante para mim, quando chega a ser confundido com algu\u00e9m dentro do pr\u00f3prio cord\u00e3o de isolamento Papal na vinda de Bento XVI a Aparecida, em S\u00e3o Paulo, Brasil, que dentre os mist\u00e9rios do ros\u00e1rio mais rezados aqui esteja Apocalipse 12:5, ou melhor dizendo em rela\u00e7\u00e3o as minhas fic\u00e7\u00f5es, uma concep\u00e7\u00e3o de um garoto que levado da maior mineradora de ferro do mundo, se torna algu\u00e9m razoavelmente religioso, junto do maior polo do Catolicismo Romano no Brasil, talvez do mundo, onde recebemos em m\u00e9dia 12 milh\u00f5es de romeiros por ano. E dai a minha fic\u00e7\u00e3o \u00e9 farta e ainda digna de ser bem redigita sobre o livro de Apocalipse e a devo\u00e7\u00e3o aos Anjos. Dois dados curiosos, como por exemplo a Wikipedia em alem\u00e3o vai relatar que para os Et\u00edopes o dia do meu anivers\u00e1rio seria o Festival de Uriel Arcanjo, o Anjo chamado de &#8220;Chama de Deus&#8221;. Eu como Fran\u00e7ois Truffaut que \u00e9 um cineasta franc\u00eas que adoro, e que escolhe um garoto para filmar desde sua primeira inf\u00e2ncia, at\u00e9 sua vida madura, em diversos filmes com o mesmo personagem Doinel, que seria a hist\u00f3ria dele pr\u00f3prio Fran\u00e7ois Truffaut, tamb\u00e9m penso minhas fic\u00e7\u00f5es da mesma maneira, tomando um pouco a terceira pessoa inventada de si.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o por exemplo, ao longo da vida, duas festividades as mais importantes em casa, o Natal, e o Dia dos Reis Magos, que vem a ser esse 6 da janeiro, o anivers\u00e1rio de mam\u00e3e, uma reuni\u00e3o tradicional de seus tr\u00eas filhos, onde minha Av\u00f3 Nazareth contava que no dia que mam\u00e3e nasceu, o Bispo de Aparecida foi inaugurar uma nova ala da Santa Casa de Guaratinguet\u00e1, da maternidade, e s\u00f3 ela havia nascido naquele dia, por tanto o Bispo deu seu anel para que ela, minha m\u00e3e rec\u00e9m nascida, o beijasse. O que segundo meus av\u00f3s era sinal de que seria uma crian\u00e7a dif\u00edcil, uma crian\u00e7a traquina. Eu sou tanto quando at\u00e9 me achar em algumas lendas de Gaspar, mas n\u00e3o reputo ser o dado relevante de toda auto biografia, se n\u00e3o, pelo &#8220;pensamento m\u00e1gico&#8221; de Jean Piaget. Mas no correr da literatura b\u00edblica, alguns dados me s\u00e3o muito interessantes em toda a fic\u00e7\u00e3o, que eu vou trazer at\u00e9 os dias de hoje. Muito longe de qualquer gosto por qualquer esp\u00e9cie de ocultismo, e j\u00e1 longe de qualquer pr\u00e1tica politica, se n\u00e3o o frequente comet\u00e1rio de politica internacional, vou ver outros personagens, como por exemplo, dentre os quais os Cavaleiros do Apocalipse, literalmente os descritos nesse livro, quando procuro mesclar fatos cotidianos, a informa\u00e7\u00f5es mais pontuais do mundo, onde desde uma simples corrida dos cavalos Vida, Trojan, Quaker, e Tennyson, acidental pelo centro de Londres no per\u00edodo recente, at\u00e9 uma fala de Joe Biden nos 75 da Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte, tento imiscuir o personagem entre quadro deles biblicamente c\u00e9lebres, o Cavaleiro Branco, que seria Joe Biden, o Cavaleiro Vermelho que seria Donald Trump, o Cavaleiro Negro que seria Elon Musk, e o Cavaleiro Verde, o pr\u00f3prio narrador. Um flagrante cruzamento da fic\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es contempor\u00e2neas na plenitude da minha fic\u00e7\u00e3o. Mais que isso, sem perder de vista o &#8220;Anjo que det\u00e9m o fogo&#8221; como descrito em Apocalipse tamb\u00e9m, ou o &#8220;Chama de Deus&#8221; como \u00e9 traduzido de alguma literatura ap\u00f3crifa, que n\u00e3o \u00e9 minha inspira\u00e7\u00e3o primeira, essa literatura, mas preservo como fio condutor, e como esp\u00e9cie de culto mais espec\u00edfico, como aquele de Ol\u00edmpia na Gr\u00e9cia, que inspira dos Jogos Ol\u00edmpicos. Quer dizer, trazer para obra em algum momento tanto a pol\u00edtica como o esporte mundial. Para a fic\u00e7\u00e3o que como Fran\u00e7ois Truffaut iria at\u00e9 em &#8220;Noite Americana&#8221; falar de sua pr\u00f3pria profiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E nisso por exemplo, \u00e9 furta-cor que tal Anjo, Uriel Arcanjo, apare\u00e7a como algu\u00e9m que \u00e9 e n\u00e3o \u00e9, \u00e9 o oitavo, e tamb\u00e9m o s\u00e9timo Anjo, que era uma Besta e n\u00e3o \u00e9 mais, conforme s\u00f3 a leitura do livro inteiro do Apocalipse, com grande esfor\u00e7o imaginativo, pode nos conduzir, at\u00e9 quem saiba entender que por exemplo, que eu tento dentro desse enorme esfor\u00e7o imaginativo, pensar a Fran\u00e7a como uma esp\u00e9cie de Babil\u00f4nia. Algo carente de fontes e boas ilustra\u00e7\u00f5es, como por exemplo Truffaut de quem bebi muito, em &#8220;Os Incompreendidos&#8221; de 1959, prima pelas tomadas externas de Paris. E aqui j\u00e1 \u00e9 momento t\u00e3o avante das minhas considera\u00e7\u00f5es em geral, p\u00f3s pandemia, que vale retroceder um pouco. Como gosto de outros dados biogr\u00e1ficos quase t\u00e3o antigos como os primeiros, que remetem a minha primeira eucaristia, em Guaratinguet\u00e1, na Igreja de Nossa Senhora das Gra\u00e7as, em 15 de novembro de 1992. Esses, referentes ao Feriado da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil, tomam todos os epis\u00f3dios de meio da est\u00f3ria, como o fato de ter reservado para mesma data meu primeiro namoro em 1998, se \u00e9 que ainda me lembro, at\u00e9 a ainda n\u00edtida lembran\u00e7a do 15 de novembro de 2005, quando por exemplo, reprimido por isso, o que n\u00e3o foi incomum, deixo a politica estudantil, para me dedicar exclusivamente as letras. Veio a ser a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica ocasi\u00e3o de algumas Gra\u00e7as, as quais nem tendo, nem deixo de tender. S\u00e3o dados da est\u00f3ria, que em muito se passa entre leituras e estudos os mais variados.<\/p>\n\n\n\n<p>Quer dizer, dentro dessa profus\u00e3o criativa, \u00e9 certamente uma esp\u00e9cie de fic\u00e7\u00e3o de alter-ego eivada de uma imensa criatividade, que teve tanto num recurso escasso como a leitura b\u00edblica, at\u00e9 not\u00edcias escolhidas aleatoriamente para falar de um determinado tempo hist\u00f3rico, como podemos ver em uma obra s\u00f3 como &#8220;Forrest Gump&#8221; (1994) de Robert Zemeckis, at\u00e9 o se biografar de forma fantasiosa como Fran\u00e7ois Truffaut faz de um diversas obras suas, com o personagem Doinel ou mesmo ele pr\u00f3prio, um tipo de literatura que tenho pretendido h\u00e1 longos anos. Com um ensaio ou outro. N\u00e3o tem pretens\u00e3o de corre\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, t\u00e3o pouco de ser totalmente fidedigna com dados da realidade passada ou atual, muito menos compromisso com o fato de que o narrador possa assumir esse ou aquele personagem, sem que seja contudo nenhum deles. N\u00e3o \u00e9 nenhum deles. S\u00e3o assuntos da minha predile\u00e7\u00e3o entre leituras mais distantes, e fatos que s\u00e3o alardeados em notici\u00e1rios, e uma ou outra personalidade que eu elejo para conduzir um trecho da obra. E em geral porque em momento nenhum ela pretende ser desonrosa para qualquer dos personagens, a reflex\u00e3o me \u00e9 longa e detida. Nenhum personagem se elucida, ou \u00e9 elucidador, sen\u00e3o a fantasia de um narrador em meio a alguns recursos culturais escassos e fantasiosos de si pr\u00f3prio. Que n\u00e3o pretende outro, se n\u00e3o o oficio do escritor feliz, como temos de Paulo Coelho a J.K. Rolling. Trabalhar esses universos com respeito, distanciamento hist\u00f3rico, paci\u00eancia para encade\u00e1-los de forma agrad\u00e1vel e instigante para o leitor, \u00e9 um objetivo ainda inconcluso, sempre sendo ensaiado. Que gosta de ser entendido assim, profuso em criatividade, extenso em respeito, e integralmente fantasioso naquilo que pretende: a fic\u00e7\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>@CoexistenceLaw  <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Murilo Jambeiro de Oliveira Brasil, 2 de maio de 2025. Eu trato muito do que ensaio em escrever mais longamente como fic\u00e7\u00e3o, ainda que tenha como pano de fundo leituras t\u00e3o antigas como a b\u00edblia, ou mesmo lembran\u00e7as de minha cria\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica Romana. 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