Murilo Jambeiro de Oliveira
Brasil, 17 de abril de 2025.
Meu diagnóstico dos problemas atuais da humanidade é que o abismo social nunca foi tão grande e tão agressivo como é hoje. Eu gasto um tempo imenso para compreender por exemplo a violência do feminino que já seria presumível por si só em todo o mundo com avanço da cultura empresarial entre as mulheres, mas é muito mais que isso, há uma diversidade ou adversidade de demandas muito próprias, e mais que isso, é um marcador de risco quanto a existência da espécie humana como eu concluo. De outra feita, como disse no meu artigo anterior no Blog CoexistenceLaw ( https://coexistencelaw.org/?p=1753 ) com título “Subtraído em Direitos Civis” esse é, para aqueles que amo sem ver a quem, um exercício de magistério opinativo meu mais que habitual, e quanto isso apenas diria, há agrupamentos entre nós que chamam pela sigla “TFP” conhecida no Brasil por serem católicos ultraconservadores, “Ter Faculdade Particular”. Quando traduzem assim, e não da maneira habitual se referindo a esse grupo católico ultraconservador, manifestam uma espécie de hostilidade entre classes sociais quase imemorial no interior do país, que hora eu me pergunto se não faço o esforço mais que habitual nesse magistério de me explicar e explicar questões do mundo para todos que tenho contato de fato, sem fazer distinção ou exigir que se identifiquem.
Mais que isso, e eu vou chegar onde pretendo aqui já, a questão está em um número muito pequeno de pessoas que de fato se propõe a ajudar os outros e ajudar seu próprio país, a se cansar de fato quanto a isso. Não é uma indisposição minha contra nenhum individuo em específico ou povo do mundo. As vezes gasto um tempo enorme falando sobre geopolítica, me consumo em preocupação e tabaco, em encontrar solução por exemplo para o preço dos alimento no Brasil e tudo mais. O que no mais das vezes esbarra também em um outro tipo de questão, que o artigo da BBC que passo a reproduzir um trecho e deixar o link, que é conclusão do chinês que não é meu inimigo, saiba-se que quem muito estudou as vezes gasta seu tempo e repertório que as vezes precisa ser extenso para conseguir preços mais justos de livros e comida para todos, eu sou um desses casos raros, mas a conclusão do chinês, que novamente afirmo, não é nem nunca foi meu inimigo, como não trato ninguém assim, é salutar em dizer: “O Americano é muito complicado”.
E por exemplo, o esplendor de um determinado aspecto de um abismo social tão grande a agressivo como nunca vimos, é certamente a supressão do direito de fala dos cidadão de um país. Apenas o partido ficar falando horas e horas. Isso é outro marcador central dessa questão, que é sentido em toda administração pública brasileira, bem como em um amplo setor da mídia tradicional, se não todos setores midiáticos pelos quais a população mais pobre poderia se exprimir. Os próprios meios de comunicação social exercem e propõe todo o tempo maior controle social sobre tudo que é dito. É outra faceta, e somos cada vez mais reprimidos de falar de nós próprios. Mas que se pese aqui, e no conjunto do que falo, que no mais das vezes não é apenas, e nunca é por isso, para falar de mim, mas para pensar se por exemplo, tendo faculdade particular, a tal piada muito frequente no interior do país, eu consigo, seja por uma engenharia tributária, seja por política monetária, pensar se consigo agilizar esse sapato para nós. E o que é custoso, nem todo mundo quer o emprego, mas todo mundo quer o sapato, e mais que isso, e quando falo isso não é surpresa que apareça do mexicano ao chinês reclamando que também o quer para seus povos. E isso me gere custos sociais imensos. Custos sociais que atinem por exemplo ao simples fato de falar. Que afirmo, não são privilégios de chineses como posso perceber no Brasil, mas aumentam abruptamente até para Norte-Americanos, as dificuldades em falar.
Gasto um imenso tempo, e as vezes muito tabaco, como disse, pensando há muitos anos se determinado conhecimento acumulado no mundo tem aplicação no Brasil, tão rápido que pareça se alastrarem por toda parte, ou tão devagar que nem sintamos. Esse é o primeiro fato, meu primeiro inquérito intelectual, se e como alguma coisa tem aplicabilidade no Brasil. Exemplo? Em que dimensão estamos diante em todas as frentes do Estado Brasileiro e dos meios de Comunicação Social brasileiros, já tentando alardear e praticar o silêncio de todo um contingente populacional. Mas para além do exemplo, consigo a cada instante me solidarizar bastante até mesmo com o chinês de uma fabrica de sapatos, que longe de ser meu inimigo, é meu semelhante, e em um outro momento de maior maturidade das reflexões de magistério delas, tão próprias, encontrar na contingência de achar a grana do supermercado do ser humano mais próximo, questões universais. Como algumas delas de fato são universais, e a essa hora as reconheço. Muitas questões são universais, a sua aplicação que não é por igual em todo o mundo, nem mesmo em todo um país de dimensões continentais. E eu não disponho de respostas para tudo, se não para dizer que eu proponho e continuarei a propor para as poucas e seletas pessoas que me leem (pois não faço grandes promoções ou alardes), as reflexões como as faço, como disponho para todos de informações, e que como posso mantê-los informados, com tolerância e civilidade. Como tudo há necessidade de remuneração por isso, venho o fazendo como sacerdócio sem remuneração. E mais que isso, assumindo custos sociais as vezes gigantescos como aqui afirmo. Que é próprio do tempo em que vivemos. Mas são buscas conscientes e claras de soluções para mim, e muito em geral para uma coletividade, como é da minha própria maneira de fazer as coisas.
Recorto do artigo de Laura Bicker, correspondente da BBC na China, um trecho do artigo que anexo o link, para que por exemplo se entenda tudo quanto disse, é em geral uma busca de solução para uma determinada coletividade, até nesse caso específico pela escolha do tema recorrente, mais que isso, é um sentido de dizer que o chinês, bem como meu leitor, ou o outro geograficamente mais próximo, não é meu inimigo, e fazer um tipo de alerta, nenhuma conclusão do chinês, bem como as que destaco, são longe do Brasil hoje, como eles próprios já não estão, e é preciso reflexão, porque em larga medida o problema nos existe, desde opressão diária até o completo idiotismo, é imenso o número de pessoas que por exemplo não tem esse privilégio para desfrutar, ou intenção de propor, ter uma extensa e absolutamente clara reflexão para passar o tempo e até ganhar a discussão ou quem sabe a vida com isso.
Segue um trecho selecionado uma notícia postada ainda há pouco tempo da BBC:
-Não muito longe da Feira de Cantão, há uma série de oficinas em Guangdong que produzem roupas, sapatos e bolsas. Este é o centro de produção de empresas como Shein e Temu.
Cada edifício abriga várias fábricas em vários andares, onde os trabalhadores trabalham 14 horas por dia.
A BBC visitou uma oficina numa aldeia de Cantão, que deixou de ser orientada para a exportação e passou a concentrar-se nos mercados nacionais
Em uma calçada perto de algumas fábricas de calçados, alguns trabalhadores estavam agachados para conversar e fumar.
“As coisas não vão bem”, diz um deles, que não quis se identificar. O amigo o incentiva a parar de falar. Discutir dificuldades econômicas pode ser delicado na China.
(…)
Outros acreditam que ainda há dinheiro a ser ganho na China. Entre eles está Mei Kunyan, de 40 anos, que afirma ganhar cerca de 10.000 yuans por mês em sua empresa de calçados, que vende para clientes chineses. Muitos grandes fabricantes de calçados se mudaram para o Vietnã, onde os custos de mão de obra são mais baratos.
O Sr. Mei também percebeu algo que as empresas ao seu redor estão descobrindo agora: “Os americanos são muito complicados”.
Link para o artigo original: https://www.bbc.com/news/articles/c05ne2vmd3po
@CoexistenceLaw
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